Perdido, entregue apenas a si mesmo, foi quando se notou um silêncio em volta daquilo que era apenas uma realidade pensada, mas ao contrário das histórias, estava acontecendo, era mesmo uma forma estranha de se ver como um simples ponto branco em meio a escuridão total.
Como de fato era capaz de tentar perceber que não passava de um sonho?
Era fácil, bastava ver o tamanho do medo emanar, junto com uma ansiedade gigantesca por respostas...
Parecia mesmo que tudo aquilo era delírio, mas a verdadeira perdição já havia sido contida, ou melhor, saciada com tantas formas profanas, tais como traições e degradação de uma imagem nunca feita com autorização da pobre alma que preferiu ser parte das mais profundas e inexplicáveis mágoas.
Porque de fato era tão reconhecível ser facilmente aceito em uma posição tão vulnerável para o mundo?
Era preciso provar algo para alguém ou apenas teimosia se fez presente em meio a tantos casos improváveis?
Nunca foi improvável sentir tudo ou negar chances de se envolver com o perigo, mas o perigo, esse agora fazia parte de apenas uma junção de um ser facilmente dominado pelo próprio rancor de não achar saídas.
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